Acontece nesta semana o Festival Entretodos - Festival de Curtas de Direitos Humanos.
Eu Não Quero Voltar Sozinho será exibido nos seguintes dias e horários:
15/09 - 19hs - CineSESC
16/09 - 19hs - Matilha Cultural (R. Rego Freitas 542)
18/09 - 17hs - CineSESC
terça-feira, 14 de setembro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Eu Não Quero Voltar Sozinho premiado no Festival de Curtas de SP
Eu Não Quero Voltar Sozinho ficou entre os 10 filmes mais votados pelo público no 21º Festival Internacional de Curtas de São Paulo. Recebeu também o troféu Coelho de Prata, concedido pelo Mix Brasil ao curta de maior destaque com a temática da diversidade sexual.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Eu Não Quero Voltar Sozinho no Folhateen
Matéria no Folhateen sobre "Obra Prima", filme de Andréa Simão e Thiago Faelli, e "Eu Não Quero Voltar Sozinho".
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Horário das exibições no 21º Festival Internacional de Curtas Metragem de São Paulo
O curta "Eu Não Quero Voltar Sozinho" fará parte da Mostra Brasil 07 no 21º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, que será realizado de 19 a 27 de agosto de 2010.
As exibições acontecerão nos seguintes dias, horários e locais:
Dia 20/08 - 21H00 - CineSESC
Dia 21/08 - 16H00 - Cineclube Grajaú
Dia 22/08 - 18H00 - Centro Cultural São Paulo
Dia 24/08 - 19H00 - Cinemateca - Sala BNDES
Após as sessões na Cinemateca e no Centro Cultural São Paulo, os realizadores participam de um bate-papo com o público.
As exibições acontecerão nos seguintes dias, horários e locais:
Dia 20/08 - 21H00 - CineSESC
Dia 21/08 - 16H00 - Cineclube Grajaú
Dia 22/08 - 18H00 - Centro Cultural São Paulo
Dia 24/08 - 19H00 - Cinemateca - Sala BNDES
Após as sessões na Cinemateca e no Centro Cultural São Paulo, os realizadores participam de um bate-papo com o público.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Balanço do Festival de Paulínia (Cineclick)
Matéria "Balanço do Festival de Paulínia: os negros vão ao cinema (na frente e por trás das câmeras)" por Heitor Augusto do Cineclick
"[...]
O cinema popular, o falso popular e o diálogo
Assim como os outros festivais, Paulínia teve seus momentos pouco gloriosos. Em 2010, os responsáveis foram a pretensão de As Doze Estrelas e o suposto apelo popular de Dores e Amores. Especialmente o segundo, de Ricardo Pinto e Silva, serviu para novamente questionar o que é cinema popular.
Sim, não existe fórmula e até mesmo os indícios que geralmente servem de explicação (por exemplo, diálogo com a linguagem televisiva) falham. O ótimo curta-metragista Daniel Ribeiro apresentou Eu Não Quero Voltar Sozinho, filme gay sobre a descoberta da sexualidade, com direito a beijo entre dois garotos. Foi profundamente aplaudido pelo público, reconhecido tanto na premiação do júri popular como na do oficial.
Malu de Bicicleta, que foge do hermetismo, mas também passa longe da comédia romântica esdrúxula, também foi ovacionado e lembrado, numa escolha corajosa, pelo júri. Já Desenrola, mistura de Malhação e High School Musical, representa uma válida tentativa comercial de chegar ao mercado jovem, também foi aplaudido.
O que isso demonstra? Que é impossível definir cinema popular e que o sofisticado não é sinônimo de “filme difícil feito para meia dúzia de pessoas”. Um filme gay pode ser popular, assim como uma comédia romântica ou um filme recheado de nomes da TV entre os coadjuvantes. Formação de plateia é um dos pontos nevrálgicos de um festival de cinema e, neste ano, Paulínia, que carecia de discussões potentes, fez sua parte com casa cheia quase todos os dias.
[...]"
"[...]
O cinema popular, o falso popular e o diálogo
Assim como os outros festivais, Paulínia teve seus momentos pouco gloriosos. Em 2010, os responsáveis foram a pretensão de As Doze Estrelas e o suposto apelo popular de Dores e Amores. Especialmente o segundo, de Ricardo Pinto e Silva, serviu para novamente questionar o que é cinema popular.
Sim, não existe fórmula e até mesmo os indícios que geralmente servem de explicação (por exemplo, diálogo com a linguagem televisiva) falham. O ótimo curta-metragista Daniel Ribeiro apresentou Eu Não Quero Voltar Sozinho, filme gay sobre a descoberta da sexualidade, com direito a beijo entre dois garotos. Foi profundamente aplaudido pelo público, reconhecido tanto na premiação do júri popular como na do oficial.
Malu de Bicicleta, que foge do hermetismo, mas também passa longe da comédia romântica esdrúxula, também foi ovacionado e lembrado, numa escolha corajosa, pelo júri. Já Desenrola, mistura de Malhação e High School Musical, representa uma válida tentativa comercial de chegar ao mercado jovem, também foi aplaudido.
O que isso demonstra? Que é impossível definir cinema popular e que o sofisticado não é sinônimo de “filme difícil feito para meia dúzia de pessoas”. Um filme gay pode ser popular, assim como uma comédia romântica ou um filme recheado de nomes da TV entre os coadjuvantes. Formação de plateia é um dos pontos nevrálgicos de um festival de cinema e, neste ano, Paulínia, que carecia de discussões potentes, fez sua parte com casa cheia quase todos os dias.
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